quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Ela...






Ela se conhece, não tão bem, mas se conhece.
Ela não queria um principe encantado,só queria alguem que a amasse
Ela sabe que o amor pode machucar corações...só não sabia que seria o seu
Ela acredita que o amor entre duas pessoas acontece apenas uma vez, e sabe que a sua vez foi jogada fora
Ela espera respostas,que nunca receberá
Ela espera por ele

Mas com o tempo ela se cansou
Ela preservou em seu peito as melhores lembranças
E guardou a frase que seja eterno enquanto dure
De certa forma foi...
Ela se sentou em um banco e tentou colocar em palavras o quanto ainda o amava
Mas ela notou que já não conseguia fazer isso
Ela não o tinha esquecido
Apenas tinha se magoado o bastante para não se arriscar a tentar mais...
A cada espera...ela deixava-se ferir um pouco
Primeiro ela desistiu de esperar
Julgando que quem não esperava nunca se magoava
Mas como não se espera quem se ama?
Ela respirou fundo e se levantou
Comprou roupas novas,pintou os cabelos
Aprendeu a se colocar em primeiro lugar
Viu que de nada adiantaria amar sozinha
Ela não o esqueceu de fato...afinal ninguem passa de tudo a nada em um segundo...
Talvez no meio da noite ela ainda acorde chorando por ele
Talvez ela ainda guarde em suas coisas uma foto dele
Talvez em suas orações ela ainda peça para que ele volte
Talvez....
Mas ela aprendeu grandes lições...
Ela aprendeu que nem tudo que era bonito era amor...
E que nem todo amor fazia bem...
E aquele amor não a fazia bem...
Então...não era para ela...


(Marcela Ernandes)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Tudo o que eu sei

Não sei ao certo quem sou, como sou, talvez eu ainda não tive tempo de me conhecer o suficiente pra responder esse tipo de pergunta. Não sei ao certo o que as pessoas sabem de mim, cada um sabe um pouco, alguns mais outros menos, há quem não sabe de nada & acha que sabe de tudo, há quem saiba muito mas acha que não sabe de nada. Não importa, no final nunca sabemos realmente quem somos, nem quem queremos ser, apenas abobrinhas para encher o espaço de uma coisa que é mais um mentira, um lugar onde você une todas as suas frustrações, onde você tenta amenizar aquilo que realmente quer ser, mas que no fundo nem sabe o que realmente é. No fundo as únicas verdades são as próprias mentiras, porque você se agarra naquelas mentiras, com todas as forças que tem, depositando nelas toda a sua vida, como se isso realmente fosse verdade, mas não é, nunca é verdade. Nos tornamos prisioneiros de um lugar que não tem grades, nos tornamos dependente de algo que não é real, nos tornamos pessoas que vivem uma mentira, mas que odeiam mentiras; nos apegamos em pessoas que não conhecemos, acreditamos em sentimentos que são impossiveis, apengando-se a abraços & carinhos que não passam de mais mentiras.

Nos tornamos falsos, nos tornamos fakes. Independente da sua opinião, eu continuo achando que as melhores coisas daqui são as mentiras, nela tu sempre pode ser...

... o que quiser.

E tu, sabe o que quer?

(Marcela Ernandes) 

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Esse amor


É estranho como esse amor aconteceu
Do nada veio um sentimento desconhecido
Que invadiu minha mente se espalhando pelo corpo
Às vezes acho que é feitiçaria ou um castigo do destino
Como poder amar alguém assim?
Acima de tudo e de todos
Dos meus sonhos
Dos meus ideais
Do bem e do mal
Às vezes acima de mim mesma.
E eu sempre esperando que o amor sucumbisse ao ódio
Mas quanto mais me davas motivos para te odiar
Mais eu te amava, mais te queria
Eu me revoltava, sumia, me afastava
E quando te via você sorria e o amor voltava.
Amei-te tanto que me esqueci de mim
De quem eu era de quem eu podia ser.
Uma vida dividida em duas
Mas te amar me faz sofrer
Dói tanto que às vezes penso em morrer...
Só que o amor é um sentimento engraçado
Apenas quem planta pode matar
Nunca pensei que isso um dia pudesse acontecer
Mas você está conseguindo fazer aquilo
Que jamais imaginei ser possível
Você está matando o que existe de você em mim...

(Jessica Carvalho)

Eu sabia...






Eu sabia dos perigos que corria,  
E mesmo assim continuei andando em direção ao abismo das suas lindas mentiras, 
Me perdendo na imensidão dos teus sorrisos
me deixando levar pelo doce das juras falsas, 
Viva a mentira eles diziam, eu não queria
mais quando se vive um sonho por muito tempo, 
Vc não quer mais acordar,mesmo que o sonho vire pesadelo, 
Vc se da conta de que já não sabe viver de outra forma.

(Jessica Carvalho)

O amor não compença




Uma coisa aprendi
Que quando se ama duas pessoas ao mesmo tempo
Se sofre em dobro
Quando não se sabe qual quer
Seu coração se dividi
Sua alma se dividi
So vc mesma nao pode se dividir
E é isso o que vc mais deseja
Dividir-se em duas para que assim possa amar
duas pessoas ao mesmo tempo e da mesma forma
Quando a duvida é grande
Se demora a decidir
Uma das partes ou até as duas desiste
E vc fica sózinha... é ai que vc vê que é melhor
não amar do que amar de mais
Por que o amor nunca levou ninguem a lugar nem um
Por que o amor so destroi
Maxuca magoa e nos faz querer morrer...
Quem me deras poder morrer
Sumir e nunca mais os ver...
Não ter com o passar dos tempos
ve-los com outras e sentir que perdeu aquilo que nunca teve
e mesmo assim senti uma falta tão grande
Que parece que foi-lhe feito um enorme buraco
Onde vc ainda sente bater um coração
Fraco sem vontade de viver
mais mesmo assim bate incistente apenas
para te lembrar que nao vale a pena amar....

(Jessica Carvalho)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Um amor a meia noite







Era uma noite fria e ela caminhava pela floresta sob um céu estrelado, como fazia todas os dias desde que deixou Roma e mudou-se para Volterra. Jheniffer sentia falta dos animais com os quais cresceu, pensava muito no seu zoológico que havia deixado para trás quando saiu de Roma.
Ali naquela floresta a beira do lago ela sentia-se em casa de novo, em contacto com a natureza.
Nunca teve muitos amigos não deixava que as pessoas se aproximassem. Tinha medo de ter o que perder de sentir o que depois só lhe traria dor. A vida a sua volta só lhe ensinou
o quanto os sentimentos lhe faziam sofrer.
Desde cedo decidiu que não queria o mesmo para si, que não deixaria brotar em seu coração a ruína das mulheres de sua família.
Aquele sentimento tão falado... O amor.

Como em todos os dias ela sentou-se no mesmo
tronco de árvore a beira do lago. Mais um cheiro vindo
com uma corrente de ar tentava a alertar de que aquela
noite não seria como todas as outras.
O cheiro não lhe era estranho, como vampira ela
tinha um olfato muito desenvolvido. Ela se levantou cheirando o ar
o humano dono do odor não muito agradável não estava longe como achara
ela esteve tanto tempo perdida em pensamentos que nem se deu conta
de que logo teria companhia.
Jheniffer rapidamente se tele portou para o local de onde vinha o
cheiro humano. Ela apareceu atrás da humana, que era mais velha
do que ela:
- Olá - Disse ela com voz doce para a humana.

Jheniffer abriu um sorriso frio e forçado para a humana se aproximando mais
dela a passos lentos, decidiu que já que aquela humana tinha um cheiro que lhe tirava o apetite, ela ia pelo menos se divertir com a moça.
Erguendo um pouco a mão ela lançou a humana pelo ar
em direcção a uma árvore. Estranhamente a humana pairou flutuando no ar
a centímetros da árvore sem nada entender Jheniffer virou-se sentindo a presença
de uma terceira pessoa, pega de surpresa o intruso lhe segurou pelo pescoço
erguendo-a no ar. O vampiro intrometido era do seu tamanho, tinha cabelos negros
e feições que denunciavam um ser que jamais havia sorrido, seus olhos eram de um
vermelho tão vivo que pareciam estar sangrando. Ele apertou mais sua mão no pescoço
dela a tirando de seus devaneios.

- Nunca mais se aproxime de Clarisse – Disse o vampiro com raiva na voz.

Abalada pela reação do vampiro e confusa, Jheniffer não teve reação
apenas ficou lá calada mergulhada na imensidão vermelha dos olhos
daquele jovem vampiro. Em sua mente um turbilhão de pensamentos.

“ Quem era aquele vampiro insolente que lhe apertava o pescoço e a
ameaçava para defender uma humana?!”

Para Jheniffer aquilo era o cumulo do absurdo, ela nunca vira os
Humanos como seres merecedores de si quer piedade, ainda mais
proteção!
Ela só se deu conta de que estava novamente sozinha quando
ouvi o canto de um pássaro que pousou em seu ombro cantando
em seu ouvido uma bela canção. Então se deu conta de que o dia
já estava por vir, antes que dessem por sua falta correu de volta ao castelo.
Ao se aproximar do castelo Jheniffer avista um homem parado na entrada
a observando, apesar de nunca ter visto tal pessoa antes, ela sabia pela
descrição que aquele era seu tio, um vampiro egocêntrico metido a ditador que
pensava poder mandar na vida de todos ao seu redor.

-Sabe quem eu sou? – Perguntou-lhe seu tio.
-Claro, não sou idiota – Respondeu ela seca.
-Então fique longe da humana, e tudo ficará bem. – Disse ele em um ton mais alto de voz.
Aquelas palavras entraram por seus ouvidos inundando seu corpo de ódio, para ela a humana não tinha importância alguma, na verdade nem passará por sua cabeça fazer algo a humana ela só queria se divertir um pouco, mais agora as coisas mudaram, os avisos ou ameaças, daqueles dois vampiros tornou tudo aquilo um desafio para Jheniffer ela nunca teve medo de nada e não seria dois prepotentes que iriam dizer a ela o que fazer! Abrindo o seu sorriso mais frio ela olhou fundo nos olhos de seu tio dizendo:

-Eu farei com ela o que bem entender, ela não terá proteção 24 horas por dia e ai quando ela estiver sozinha eu pego ela, e depois se quiser, pode vir se acertar comigo!
Seu tio cruzou os braços balançando a cabeça.
-Tenho meus métodos de educar uma mocinha – Disse ele sorrindo com sarcasmo para Jheniffer.
Ela abri seu melhor sorriso de menina encantadora.
- Guarde seu métodos de ensino para suas filhas. – Ela disse passando por ele entrando no castelo.


Deitada em sua cama ficou lembrando do jovem vampiro e quanto mais pensava no que havia acontecido mais ódio sentia, ela devia ter reagido feito algo e não ter deixado aquele imbecil a tratar como uma vampirinha qual quer.

Por algumas noites ela encontrou o jovem vampiro com a humana na floresta, nas outras noites seguintes ele aparecia sozinho, ela não o entendia, eles brigavam muito, ele era frio mais ela não tinha medo dele, quando a troca de farpas acabava eles conversavam sobre tudo um pouco, e logo recomeçavam a brigar. Ela passava o dia esperando a noite chegar para em fim poder vê-lo.
Jheniffer o odiava, pelo menos era isso o que ela vivia repetindo para si mesma. Com o tempo as atitudes do jovem vampiro para com ela foram mudando, ele ainda era frio, mais sempre que estavam juntos ele se aproximava e a tocava, ela sempre se afastava mesmo quando tudo que ela queria era se aproximar mais e mais dele.

A atração dela por ele foi cada vez mais aumentando, ela já não conseguia nem disfarçar, ela já nem pensava mais na humana e na sua pequena vingança, ela só tinha cabeça para o que sentia toda vez que ele se aproximava dela, toca sua pele, ou até mesmo quando lhe dava aquele sorriso frio que fazia seu sangue ferver e o corpo estremecer em resposta a ele. Uma noite ela cansou de fugir dos seus instintos da quilo que sabia talvez não ser o certo, mais naquele momento era o melhor para ela.

-Vais continuar a fugir de mim? – Perguntou-lhe o jovem vampiro. Jheniffer respirou fundo e tentando soar calma disse:
-Não. Eu não tenho motivos para isso, certo?
-Certo. – Disse ele com o mesmo sorriso frio que ela aprendeu a admirar, então se aproximou lentamente dela lhe acariciando a face, aproximando seus lábios dos dela, lhe deu um beijo profundo que tirou o fôlego de Jheniffer e dissipou de sua mente qual quer outra coisa que não fosse seus corpos se encostando um no outro.

Há muito se passará da meia noite quando ela se levantou da cama dele, nem havida notado quando ele os teleportara para o seu quarto. Por uns instantes ela ficou observando o em silêncio em quanto vestia suas roupas, ele havia lhe proporcionado a noite mais linda da vida dela, mais era só isso pensou ela. Se despedindo dele com um beijo ela se teleportou de volta ao seu próprio quarto ante que sentissem sua falta.

Nos dias que se seguiram eles sempre se viam a meia noite. Jheniffer resolveu esquecer a humana e um dia até foi até ela lhe pedir desculpas, pelo modo rude com o qual ágil com ela. Clarisse a humana e namorada do vampiro com o qual Jheniffer se encontrava nas noites, lhe desculpo e quis ser sua amiga, Jheniffer não achou uma boa ideia mais ela estava disposta a mudar seu comportamento com as outras pessoas e não achava que seria um bom começo recusar a amizade de Clarisse.
A amizade de Clarisse mexia com Jheniffer, ela sentia-se mal pelo modo como agia com a sua suposta amiga, encontrando-se com o namorado de Clarisse nas noites, e ainda a apoiando no namoro. As pessoas que sabiam do relacionamento dela com o jovem vampiro que era namorado da sua amiga humana, a dizia que Clarisse merecia isso e muito mais por ser uma pessoa sem escrúpulos que usava de sua beleza e encantos femininos para seduzir e envolver homens comprometidos acabando assim com seus relacionamentos.  Resolvendo ser sincera com sigo mesma pelo menos uma vez na vida, ela resolveu admitir que estivesse gostando do vampiro mais do que devia, só se recusava a usar a palavra “amor” para definir esse sentimento crescente. Como podia ela amar alguém que não sabia nem o significado da palavra sentimentos? Com tanto homem nesse mundo ela tinha que amar justo aquele? Ela vivia a se perguntar.
Mas parece que quando as coisas estão ruins, elas tendem a piorar... Descobriu que o vampiro por quem se apaixonara e se entregara, sabia sim o que era sentimentos e ele os tinha por sua irmã gêmea. Engolindo seu orgulho para não sofrer sem o cara que despertara nela sentimentos que ela jamais quis, Jheniffer continuou a se encontrar com ele mesmo sabendo que ele a olhava e via sua irmã.
Os sentimentos se misturavam dentro dela virando sua cabeça em um turbilhão, para quem dizia não possuir sentimentos ela estava a sentir coisas de mais, sentia-se como se a qual quer momento fosse explodir.
Um dia uma fatalidade aconteceu e a humana Clarisse morreu, Jheniffer não ficou triste, mais também não ficou alegre como teria ficado se Clarisse tivesse morrido a alguns semanas atrás, ela aprendera a gosta de Clarisse por mais que tivesse seus ressentimentos por coisas que a humana fez no passado. Como sempre a meia noite eles se encontraram abeira do lago.
Agora que tinha se livrado da humana de vez o jovem vampiro tinha planos que nem Jheniffer imaginava, ele pediu a ela que o ajudasse a conquistar sua irmã gêmea. Aquilo para ela foi com se ele houvesse enfiado um punhal em seu coração. Afinal o que ela queria? Pensou ela, eles não tinham absolutamente nada um com o outro, mais ela não ia ajudá-lo com o que ele queria! Jheniffer tornou-se de uma hora para a outra sarcástica e fria, disse que não o ajudaria mandou-o se virar já que se achava o tal, aquilo irritou o vampiro,ele odiava ser enfrentado por ela daquele modo, eles novamente brigaram, ela disse que para ele, ela estava morta a partir daquele momento. Ele revoltado e sem entender o que havida dado nela, disse que a escolha era dela e a disse adeus. Ela estava decidida a não vê-lo mais. Os dias passaram-se e um vazio a atingia com violência nas madrugadas, ela sabia o que fazer para acabar com seu sofrimento...
Mais uma vez ela engoliu seu orgulho e amor próprio indo atrás dele na beira do lago. Se humilhou confessando que não conseguia ficar longe dele, que precisava ao menos estar perto dele sentir seu cheiro ouvir sua voz. Eles voltaram a se encontrar nas madrugadas novamente.
Tudo parecia perfeito, mas ela sabia que não era assim, ele ainda amava sua irmã, e ela cada vez mais o amava. Em uma noite o sonho de Jheniffer se realizou, o jovem vampiro a pediu em namoro, mais será que era isso mesmo que ela queria? Que ela amava ele, era verdade, que não podia viver longe dele, era verdade, mais namorar com ele implicava varias coisas a mais do que somente o que ela sentia. Ela sabia que ele não era confiável, sabia que seus pais nunca aceitariam esse namoro, sabia que ele sempre a olharia e veria sua gêmea. Mas afinal o que ela tinha a perder? Tudo, era a resposta, mais naquele momento não fez diferença alguma, e ela aceitou namorar o único cara por quem ela sentia e sentiria algo na vida.

Mais como com os raios de sol vem um novo dia, com um novo dia veio a dura realidade, a irmã de Jheniffer que nunca escondia nada dela, por que eram como uma só, contou a ela que na mesma noite em que o vampiro a pediu em namoro, ele disse a sua irmã gêmea que nunca desistiria dela e a beijou. Aquelas palavras quebraram algo dentro de Jheniffer que nem ela sabia que existia em si... Seu coração. A antiga Jheniffer voltou com tudo tomando o lugar daquela vampira apaixonada que estivera ali todo esse tempo. Fria e decidida ela foi até o jovem vampiro e disse que era para esquecerem tudo que havia acontecido entre eles, ele novamente confuso sem entender, só lhe perguntou se era isso que ela queria. Engolindo o choro e abrindo seu sorriso mais gélido ela disse que sim e ele desapareceu...
Jheniffer sair correndo pelo bosque, com um misto de tristeza e raiva, apesar de sentir-se seca por seus olhos escorriam lágrimas sem parar.
Seus cabelos loiros banhados a luz da lua
flutuavam ao vento gelado que batia em sua
pele lhe acariciando fazendo com que ela se lembrasse do to que dele.
Nunca mais Jheniffer voltou ao bosque ou a beira do lago...
"E nas noites mais frias, seu corpo implora pelo dele, para lhe abraçar e lhe aquecer. E nos dias mais quentes, seu coração chora por ele, para lhe beijar e lhe fazer todo o resto esquecer"


 (Jessica carvalho)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

As vezes

As vezes eu queria pensar mais no passado do que no futuro
As vezes eu queria viver mais meus sonhos do que a realidade
As vezes eu queria saber esconder mais o que penso
As vezes eu queria ter mais um dia para viver o mesmo dia
As vezes eu queria ser apenas eu
As vezes eu queria saber reconhecer de cabeça erguida a falta que você me faz
As vezes eu queria que nada no mundo se igualace a nos
As vezes que queria só por uma noite não sonhar com o futuro
As vezes eu queria não ter tanto medo do futuro
As vezes eu queria ser teu diário pra saber o que de bom e de ruim fala de mim,rsrsrs
As vezes eu queria ser teu travesseiro e velar teu sono,pois amigas são para isso
As vezes eu ate que queria te dar um chute no traseiro de tanta merda que você diz
As vezes eu queria te jogar do ultimo andar de um predio,putz tú é linda será que esta cega?
As vezes eu queria ser bem mais forte pra arrebentar a cara desse idiota que não te dá valor
As vezes eu queria saber voar,pra quem sabe assim te arrastar para as festas escondida
As vezes eu queria não ser tão egoista ao ponto de te querer só para mim
As vezes eu queria pensar mais um pouco em todos do que no meu mundo cor de rosa com pinquinho verdes colore
As vezes...só as vezes...eu queria gritar bem alto para o mundo inteiro ouvir,eu te amo amiga,mais que amiga,mais que prima,minha irmã...



Escrito por Mortícia Ramona,no dia 5/4/2010

sábado, 31 de julho de 2010

Distante daqui - Pençamento racional

Minha musica favorita. A letra dela é linda nao deixem de ouvir *-*

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Poema

Poema que eu amo. Não sei quem é o autor mais é o poema da minha vida kkk'




DEZ COISAS QUE EU ODEIO EM VOCÊ

Odeio o modo como fala comigo E como corta o cabelo
Odeio como dirigi o meu carro
E odeio seu desmazelo
Odeio suas enormes botas de combate
E como consegue ler minha mente
Eu odeio tanto isso em você
Que até me sinto doente
Odeio como está sempre certo
E odeio quando você mente
Odeio quando me faz rir muito
Ainda mais quando me faz chorar...
Odeio quando não está por perto
E o fato de não me ligar
Mas eu odeio principalmente
Não conseguir te odiar
Nem um pouco
Nem mesmo por um segundo
Nem mesmo só por te odiar